João Barone
Da Glória ao Esquecimento...
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25 de setembro de 2010

Túneis de Blumenau, mito ou verdade?


Enviada por Matheus Mendonça - Twitter

Teatro Carlos Gomes, uma dos pontos ligados
pelos túneis, em Blumenau, no estado
de Santa Catarina
Entre 1940 - 1945 foram construídos túneis subterrâneos na cidade de Blumenau/SC. Muitos dizem que era para o escoamento da água das enchentes, outros dizem que era para uma ligeira fuga de Adolf Hitler quando ele viesse com o 3º Reich dominar o Brasil.

Porém, a história do escoamento de água se trata de uma inverdade, pois ninguém escoaria água para o Teatro Carlos Gomes, o Colégio Pedro 2º, o Colégio Sagrada Família, o Colégio Bom Jesus e até no Shopping Neumarkt. Estes túneis ligam estes locais que citei. Tenho uma amiga que era de Blumenau e estudava no Colégio Sagrada Família, ela contou-me que realmente existem estes túneis, até tentou entrar num desses, porém a entrada era muito pequena, o que impedia a passagem.

Antigamente as pessoas não sabiam como os padres vinham do Bom Jesus ate o Sagrada Família rezar a missa. O Teatro Carlos Gomes também tem um mistério, o formato de sua fachada na parte superior tem o formato de um cap nazista, isso também é mais um dos motivos de que Hitler viria se esconder no Brasil. Na parte superior do teatro, existe uma pequena varanda, acredita-se que quando Hitler ganhasse a guerra, iria visitar todos os pontos de colonização alemã no mundo e fazer seu discurso lá de cima.

Bom o mais importante ninguém sabe ainda, o que tem dentro dos túneis? Quem ajudou a construir os túneis? Plantas, mapas daquela época onde estão? Ninguém sabe...

Ninguém teve a coragem de ir abrir as correntes do portão que bloqueia o acesso aos corredores dos túneis e ver o que tem no local, o caso é que podem estar nos túneis vários artefatos da época, como: armas; bandeiras; documentos, etc.

Outro mito é também que os túneis serviam de encontros amorosos entre padres e freiras, pode até ser verdade, mas que os túneis existem, existem, o vídeo abaixo fala e explica questões sobre o túnel.



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20 de setembro de 2010

O homem que enganou Hitler


Agente duplo convenceu os alemães de que o desembarque aliado ocorreria bem longe da Normandia

Juan Pujol García

Em janeiro de 1944, o serviço de inteligência alemão informou a um de seus agentes em solo britânico, de codinome Arabal, que os Aliados estavam preparando uma invasão de grandes proporções no continente europeu, e que contava com ele para obter informações sobre os detalhes do plano secreto. O que os alemães sequer desconfiavam era que o espanhol Juan Pujol Carcía, seu nome real, era um agente duplo que preparava para o Dia D seu maior golpe contra os nazistas.

Conhecido como Garbo no serviço secreto britânico, o pequeno homem - nascido em Barcelona, em 1912, e que havia lutado na Guerra Civil Espanhola - tinha aversão a regimes totalitários. Quando a Segunda Guerra eclodiu, decidiu que iria dar sua contribuição "para o bem da humanidade", como ele mesmo definiu.

Inicialmente, procurou as autoridades britânicas e ofereceu-se para espionar contra a Alemanha, mas não obteve sucesso ao tentar acesso às embaixadas do Reino Unido em Madri e Lisboa. Mas ele persistiu em seu intento e ofereceu-se à inteligência alemã, na capital espanhola, para ser um agente a serviço do nazismo em Londres. Persuadindo as autoridades com a história de que seria um abnegado defensor dos ideais de Hitler, acabou ganhando a confiança dos alemães e foi incumbido de criar uma rede de espiões em solo britânico.

Em vez de viajar para a Inglaterra, Garbo mudou-se da Espanha para Lisboa e começou a montar sua intrincada armadilha, simulando mandar infirmações dos Aliados a partir de 27 agentes criados por sua imaginação e utilizando alguns ivros de referência sobre o Reino Unido, como um guia, um mapa e algumas revistas de uma biblioteca portuguesa. Sua sagacidade ao se reportar aos alemães a partir de informações de conhecimento público, supostamente enviadas por Londres, teria sido o segredo de seu sucesso. Nem por isso deixou de cometer algumas gafes, que, para sua sorte, passaram despercebidas aos alemães. A mais famosa delas foi ter escrito que, durante uma visita a Glasgow, ele deparou com homens capazes de "fazer qualquer coisa por um litro de vinho", demostrando desconhecer totalmente os hábitos dos escoceses.

Operação Fortitude
Apesar de realmente existir um plano de invasão da Europa ocupada - a operação Overlod -, o que os alemães ignoravam é que parte do projeto incluía um esquema específico para ludibriá-los, a operação Fortitude. O plano dos Aliados para enganar os nazistas consistia em enviar pistas falsas, principalmente por meio de  Garbo e sua rede fictícia de  espiões, que convencessem o Alto-Comando alemão de que americanos e britânicos concretizariam sua maior ofensiva ao norte da Normandia, mais especificamente em Pas-de-Calais, bem longe das áreas efetivamente escolhidas para a invasão.

O ponto central do esquema consistia em fazer crer na existência de um exército "fantasma" dos Estados Unidos, que seria composto por 11 divisões fictícias, sob o comando do general Geroge Patton, e que estariam prestes a entrar em ação a partir de Kent e Essex, no sudeste da Inglaterra. O agente duplo conseguiu se sair tão bem na missão que até mesmo convenceu os nazistas de que a invasão da Normandia teria sido um mero estratagema para o "verdadeiro Dia D" que estaria por vir, barrando o envio dos reforços alemães psicionados a centenas de quilômetros das praias de Omaha, Utah, Juno, Gold e Sword.

Fonte: Revista Grandes Guerras - Edição 30 - Agosto 2009


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13 de setembro de 2010

Efeito retardado


Solo alemão tem milhares de bombas não detonadas.

Munição da Segunda Guerra encontrada
em um parque de Berlim, em 2007
O solo da Alemanha esconde um arsenal de mais de 2 mil toneladas de bombas aéreas americanas e britânicas despejadas durante a Segunda Guerra Mundial, além de armamento da Primeira Guerra e de treinamentos russos na antiga Alemanha Oriental. Todo ano são recuperados vários tipos de explosivos, desde granadas de mão e minas antitanque até projéteis de artilharia russa. Só que, à medida que os anos vão passando, torna-se cada vez mais perigosa a missão de encontrar e desarmar esses artefatos não-detonados.

Somente no estado de Brandenburgo, esquadrõesde localização de bombas, empreiteiras e até crianças encontram em média 631 toneladas de munições anualmente. O maior problema é que a Alemanha, no esforço de reconstrução pós-1945, reergueu rapidamente suas cidades e não teve tempo de localizar e neutralizar esse tipo de material. Mais de 60 anos após o fim do conflito, a região do leste alemão sofre com o perigo da grande quantidade de bombas americanas com detonadores de efeito retardado que estão se tornando cada vez mais instáveis e inviabilizam o trabalho de desarmamento com segurança.

Projetadas para estourar entre 2 a 146 horas após atingir o solo, essas bombas podem ser deflagradas repentinamente porque seus detonadores químicos sofreram desgaste pelo vapor de acetona enquanto jaziam enterradas. Muitas vezes, em razão do solo, os projéteis acabavam ricocheteando após penetrar no chão e ficavam posicionadas com a ponta para cima. E isso impediu que o fracasso de acetona, usado na detonação, se rompesse e impossibilitou o derretimento do disco de celuloide que travava o pino disparador.

Fonte: Revista Grandes Guerras - Edição 27 - Fevereiro de 2009


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13 de março de 2010

Os Chindits

Os Chindits eram brigadas especialmente treinadas que operavam atrás das linhas japonesas para atacar os meios de comunicação do inimigo. A primeira operação Chindit envolveu o envio de colunas de batalha pelo rio Chindwin em meados de fevereiro de 1943. Eles avançam profundamente no território inimigo, rompendo linhas de abastecimento e forçando os japoneses a despender um grande número de soldados para serviços de vigilância. A decisão de cruzar o rio  Irrawaddy em março de 1943 foi um erro. Uma série de batalhas  em meados de março deixou claro que os Chindits tinham avançado até o limite , e uma retirada foi ordenada. Ainda assim, o ataque foi vital para aumentar a moral inglesa.

FONTE: Revista ATLAS Segunda Guerra Mundial - A Batalha do Pacífico, volume 3 de 3.


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11 de março de 2010

Havia espiões nazistas no Brasil?

Sim. Aparentemente, o principal espião nazista no Brasil foi Gustav Engels, um pacato pai de família que chegou ao Brasil na década de 1920 pra trabalhar na Siemens. Entusiasmado com o nazismo, ele foi passar um tempo na Alemanha, onde recebeu treinamento e o codinome de 'Alfredo'.

Por três anos ele comandou uma rede de espiões que incluía 50 pessoas e enviava relatórios para os alemães por rádio. Seus relatórios tinham informações sobre o trânsito de aviões norte-americanos no Brasil, sobre o tamanha das pistas dos aeroportos.

Para ter certeza de que sua mensagem havia chegado aos nazistas, ele pedia uma confirmação pela rádio oficial alemã, instuindo que tocassem determinada música.

Engels foi preso por espionagem em novembro de 1942 e condenado a 14 anos de prisão, dos quais cumpriu cinco.

FONTE: Revista NAZISMO Revelações sobre Hitler, o maior assassino da humanidade, Editora Escala.


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16 de janeiro de 2010

Um super-herói no combate ao nazismo


Capitão América foi um personagem de quadrinhos criado especialmente para combater o nazismo, o personagem Capitão América foi uma criação de dois artistas judeus, Joe Simon e Jack Kirby.

O principal inimigo do Capitão América era o ditador Hitler, após uma experiência científica Steve Rogers(Capitão América), torna-se um super soldado com muitas habilidades.

Joe e Kirby levaram sua ideia para o dono da Timely (hoje denominada Marvel), seu nome era Martin Goodman, Goodman fez com que a história fosse lançada rapidamente, pois Hitler poderia morrer logo e assim a revista não teria mais sentido. No primeiro exemplar, o Capitão América aparece dando um soco na cara do Füher alemão.


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15 de janeiro de 2010

Papa Joseph Ratzinger na Segunda Guerra Mundial


Ratzinger fez parte da Juventude Hitlerista, nunca foi filiado ao Partido Nazista, mas mesmo assim chegou a ser convocado para operar uma bateria antiaérea que protegia uma fábrica da BMW durante a guerra perto de Munique na Alemanha.

Ratzinger desertou e foi para casa quando foi transferido para a fronteira da Áustria com a Hungria, lá foi designado para construir armadilhas para tanques de guerra. Voltando para casa, foi preso pelos Aliados, o pai de Ratzinger era contra o nazismo, por essa razão teve de mudar de residência várias vezes.


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O Schindler brasileiro


Luiz Martins de Souza Dantas, esse é o nome do brasileiro que ajudou pelo menos 475 pessoas das perseguições nazistas. Souza Dantas era o embaixador brasileiro na Alemanha, reconhecido pelo Museu do Holocausto como um justo entre as nações (denominação dada aos que arriscaram suas vidas para ajudar vítimas do Holocausto). A forma que achou para ajudar os perseguidos foi a de conceder vistos para que pudessem viajar e se refugiar no Brasil.

Ele agia contra uma proibição de Getúlio Vargas, a de que não era permitido conceder vistos a judeus, ele falsificava as datas dos vistos para antes da data da proibição.

Souza Dantas foi várias vezes advertido pelo Ministério de Relações Exteriores, e chegou a ficar numa prisão domiciliar alemã durante 14 meses, foi investigado pelo governo brasileiro, mas como pouco tempo depois o Brasil cortou as relações diplomáticas com a Alemanha, o caso foi abafado.


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